Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela
Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela
Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela

Teaser
Da concepção à experiência
Da concepção à experiência
A atuação da Feedback começou antes da produção dos conteúdos e da instalação dos equipamentos. O projeto envolveu o desenvolvimento do storytelling espacial, ritmo da experiência, progressão entre ambientes, momentos de descoberta e impacto, pré-shows e transições.
A partir dessa concepção, foram desenvolvidos conteúdos audiovisuais, ambientes digitais, personagens, animações, projeções mapeadas, áudio espacial, iluminação cênica, efeitos físicos e elementos mecatrônicos.
Cada uma dessas disciplinas foi pensada para fazer parte da mesma lógica narrativa, conectando imagem, som, luz, movimento e acontecimentos físicos dentro da experiência.
Tecnologia que desaparece aos olhos do visitante
Tecnologia que desaparece aos olhos do visitante
Por trás da experiência existe uma arquitetura tecnológica responsável por coordenar diferentes sistemas simultaneamente.
A Feedback desenvolveu um sistema proprietário de gerenciamento das experiências, capaz de integrar conteúdos audiovisuais, projeções, áudio, iluminação, automações, portas, elementos mecatrônicos, efeitos físicos e os diferentes estados das salas.
Essa integração permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da jornada, mantendo a continuidade da experiência e a operação do parque de forma previsível e confiável.
O resultado é uma experiência em que a complexidade tecnológica permanece invisível para o visitante. Em vez de perceber os sistemas por trás de cada acontecimento, ele percebe apenas que o ambiente está vivo e que a história está acontecendo ao seu redor.
Diferenciais do case
Concepção da experiência
Viagem pra Disney
Da concepção à experiência
A atuação da Feedback começou antes da produção dos conteúdos e da instalação dos equipamentos. O projeto envolveu o desenvolvimento do storytelling espacial, ritmo da experiência, progressão entre ambientes, momentos de descoberta e impacto, pré-shows e transições.
A partir dessa concepção, foram desenvolvidos conteúdos audiovisuais, ambientes digitais, personagens, animações, projeções mapeadas, áudio espacial, iluminação cênica, efeitos físicos e elementos mecatrônicos.
Cada uma dessas disciplinas foi pensada para fazer parte da mesma lógica narrativa, conectando imagem, som, luz, movimento e acontecimentos físicos dentro da experiência.
Projetos técnicos e implantação
Como parte do desenvolvimento do projeto, participaram de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Tecnologia que desaparece aos olhos do visitante
Por trás da experiência existe uma arquitetura tecnológica responsável por coordenar diferentes sistemas simultaneamente.
A Feedback desenvolveu um sistema proprietário de gerenciamento das experiências, capaz de integrar conteúdos audiovisuais, projeções, áudio, iluminação, automações, portas, elementos mecatrônicos, efeitos físicos e os diferentes estados das salas.
Essa integração permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da jornada, mantendo a continuidade da experiência e a operação do parque de forma previsível e confiável.
O resultado é uma experiência em que a complexidade tecnológica permanece invisível para o visitante. Em vez de perceber os sistemas por trás de cada acontecimento, ele percebe apenas que o ambiente está vivo e que a história está acontecendo ao seu redor.
Narrativa e direção criativa
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Produção audiovisual
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Produção 3D, personagens e animação
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Experiências imersivas e projeção mapeada
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Áudio espacial
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show. Sistemas de controle como DMX/ArtNet permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Iluminação cênica
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Efeitos físicos e atmosféricos
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Mecatrônica e elementos físicos automatizados
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Automação das salas e software
Operação simultânea
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, considerando uma operação projetada para aproximadamente 1.200 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. Nós participamos da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
Evento de lançamento
Diferenciais do case
Diferenciais do case
Concepção criativa da experiência
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Viagem pra disney
Como parte do desenvolvimento do projeto, participaram de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
Projetos técnicos e implantação
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
Narrativa e direção criativa
A Feedback participou da construção da lógica narrativa das experiências, considerando simultaneamente história, espaço, imagem, som, luz, movimento, efeitos e interação. Cada elemento poderia desencadear o próximo acontecimento — uma fala poderia acionar uma mudança de iluminação, um movimento físico, a abertura de uma porta ou a preparação de outro ambiente. Essa lógica conecta diferentes atrações e transforma ambientes independentes em uma única experiência.
Produção audiovisual
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Produção 3D, personagens e animação
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Experiências imersivas e projeção mapeada
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Áudio espacial
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Iluminação cênica
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show. Sistemas de controle como DMX/ArtNet permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Efeitos físicos e atmosféricos
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Hologramas elementos físicos automatizados
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Automação das salas e Software
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Operação simultânea
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, considerando uma operação projetada para aproximadamente 1.200 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Evento de lançamento
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. Nós participamos da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
Etapas do projeto
Etapas do projeto
1
Etapa 1
Imersão e estratégia. Entendimento da história do Mundo a Vapor, pesquisa sobre o legado da família Urbani e construção do conceito que guiaria toda a experiência do parque.
2
Etapa 2
Storytelling e narrativa. Desenvolvimento do universo do parque, criação dos personagens e construção da jornada do visitante, conectando cada ambiente a uma única história.
3
Etapa 3
Conceito das experiências. Definição de como a narrativa seria vivida em cada sala, integrando cenografia, projeções, iluminação, som e automação para criar uma experiência contínua.
4
Etapa 4
Produção de conteúdo. Criação dos filmes do pré-show e da sala final, incluindo roteiro, direção criativa, motion capture, modelagem 3D, animação, trilha sonora e sound design.
5
Etapa 5
Integração tecnológica. Programação das automações, sincronização entre as salas e desenvolvimento das projeções, garantindo que cada momento acontecesse no tempo certo durante a visita.
6
Etapa 6
Entrega da experiência. Acompanhamento da implementação, testes finais, ajustes da experiência e produção do evento de inauguração, dando vida a uma nova forma de viver o Mundo a Vapor.
1
Etapa 1
Imersão e estratégia. Entendimento da história do Mundo a Vapor, pesquisa sobre o legado da família Urbani e construção do conceito que guiaria toda a experiência do parque.
2
Etapa 2
Storytelling e narrativa. Desenvolvimento do universo do parque, criação dos personagens e construção da jornada do visitante, conectando cada ambiente a uma única história.
3
Etapa 3
Conceito das experiências. Definição de como a narrativa seria vivida em cada sala, integrando cenografia, projeções, iluminação, som e automação para criar uma experiência contínua.
4
Etapa 4
Produção de conteúdo. Criação dos filmes do pré-show e da sala final, incluindo roteiro, direção criativa, motion capture, modelagem 3D, animação, trilha sonora e sound design.
5
Etapa 5
Integração tecnológica. Programação das automações, sincronização entre as salas e desenvolvimento das projeções, garantindo que cada momento acontecesse no tempo certo durante a visita.
6
Etapa 6
Entrega da experiência. Acompanhamento da implementação, testes finais, ajustes da experiência e produção do evento de inauguração, dando vida a uma nova forma de viver o Mundo a Vapor.

Teaser
Concepção criativa da experiência
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Como parte do desenvolvimento do projeto, participaram de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
Concepção da experiência
Projetos técnicos e implantação
Viagem pra disney
Narrativa e direção criativa
A Feedback participou da construção da lógica narrativa das experiências, considerando simultaneamente história, espaço, imagem, som, luz, movimento, efeitos e interação. Cada elemento poderia desencadear o próximo acontecimento — uma fala poderia acionar uma mudança de iluminação, um movimento físico, a abertura de uma porta ou a preparação de outro ambiente. Essa lógica conecta diferentes atrações e transforma ambientes independentes em uma única experiência.
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Produção audiovisual
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Produção 3D, personagens e animação
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Experiências imersivas e projeção mapeada
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Áudio espacial
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show. Sistemas de controle como DMX/ArtNet permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Iluminação cênica
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Efeitos físicos e atmosféricos
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Elementos físicos automatizados
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Automação das salas e Software
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, considerando uma operação projetada para aproximadamente 1.200 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Operação simultânea
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. Nós participamos da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
Evento de lançamento
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.

Gostou do que viu? Vamos criar a sua próxima experiência.
Convidamos você a mergulhar em nosso universo criativo e descobrir como o impacto de uma narrativa bem construída pode contribuir para o desenvolvimento do seu negócio.

Gostou do que viu? Vamos criar a sua próxima experiência.
Convidamos você a mergulhar em nosso universo criativo e descobrir como o impacto de uma narrativa bem construída pode contribuir para o desenvolvimento do seu negócio.
Cases recentes
Tonino Lamborghini por SM Santa Maria
Imperium por Firme
Let's por SM Santa Maria
Todos os direitos reservados a Feedback Studios e Feedbackker © 2026
Cases recentes
Tonino Lamborghini por SM Santa Maria
Imperium por Firme
Let's por SM Santa Maria
Todos os direitos reservados a Feedback Studios e Feedbackker © 2026
Todos os direitos reservados a Feedback Studios e Feedbackker © 2026
Cases recentes
Tonino Lamborghini por SM Santa Maria
Imperium por Firme
Let's por SM Santa Maria
Todos os direitos reservados a Feedback Studios e Feedbackker © 2026
