Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela/RS
Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela/RS
Parque Mundo a Vapor
Descrição
Uma experiência onde tecnologia e narrativa se tornam uma só. O projeto do Mundo a Vapor foi desenvolvido para transformar uma atração tradicional em uma experiência narrativa, tecnológica e imersiva. Durante aproximadamente dois anos, a Feedback Studios participou de diferentes etapas do desenvolvimento da nova experiência do parque, desde a concepção da jornada do visitante até a produção dos conteúdos, desenvolvimento tecnológico, integração dos sistemas e implantação. Mais do que criar atrações individuais, o trabalho partiu da construção de uma jornada contínua, em que os ambientes, a narrativa, a arquitetura, a cenografia e os recursos tecnológicos funcionam de forma integrada.
Segmento
Parque
Local
Canela/RS
Confira os bastidores do case

Teaser
Quando apresentar não é suficiente
A atuação da Feedback começou antes da produção dos conteúdos e da instalação dos equipamentos. O projeto envolveu o desenvolvimento do storytelling espacial, ritmo da experiência, progressão entre ambientes, momentos de descoberta e impacto, pré-show e transições.
A partir dessa concepção, foram desenvolvidos conteúdos audiovisuais, ambientes digitais, personagens, animações, projeções mapeadas, áudio espacial, iluminação cênica, efeitos físicos e elementos mecatrônicos.
Cada uma dessas disciplinas foi pensada para fazer parte da mesma lógica narrativa, conectando imagem, som, luz, movimento e acontecimentos físicos dentro da experiência.
Por trás da experiência existe uma arquitetura tecnológica responsável por coordenar diferentes sistemas simultaneamente.
A Feedback desenvolveu um sistema proprietário de gerenciamento das experiências, capaz de integrar conteúdos audiovisuais, projeções, áudio, iluminação, automações, portas, elementos mecatrônicos, efeitos físicos e os diferentes estados das salas.
Essa integração permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da jornada, mantendo a continuidade da experiência e a operação do parque de forma previsível e confiável.
O resultado é uma experiência em que a complexidade tecnológica permanece invisível para o visitante. Em vez de perceber os sistemas por trás de cada acontecimento, ele percebe apenas que o ambiente está vivo e que a história está acontecendo ao seu redor.
Concepção criativa da experiência
Viagem pra Disney
Projetos técnicos e implantação
Como parte do desenvolvimento do projeto, participaram de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Narrativa e direção criativa
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Produção audiovisual
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Produção 3D, personagens e animação
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Experiências imersivas e projeção mapeada
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Áudio espacial
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show. Sistemas de controle como DMX/ArtNet permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Iluminação cênica
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Efeitos físicos e atmosféricos
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Hologramas e elementos físicos automatizados
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Automação das salas e software
Operação simultânea
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, considerando uma operação projetada para aproximadamente 1.200 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. Nós participamos da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
Espetáculo de lançamento
Diferenciais do case
Concepção criativa da experiência
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Viagem pra disney
Como parte do desenvolvimento do projeto, participamos de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
Narrativa e direção criativa
A Feedback participou da construção da lógica narrativa das experiências, considerando simultaneamente história, espaço, imagem, som, luz, movimento, efeitos e interação. Cada elemento poderia desencadear o próximo acontecimento — uma fala poderia acionar uma mudança de iluminação, um movimento físico, a abertura de uma porta ou a preparação de outro ambiente. Essa lógica conecta diferentes atrações e transforma ambientes independentes em uma única experiência.
Produção 3D, personagens e animação
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Produção audiovisual
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Áudio espacial
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Projetos técnicos e implantação
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
Experiências imersivas e projeção mapeada
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Hologramas e elementos físicos automatizados
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Efeitos físicos e atmosféricos
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Iluminação cênica
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show através de sistemas que permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Automação das salas e Software
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Operação simultânea
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, em uma operação projetada para aproximadamente 2000 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Espetáculo de inauguração
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. A Feedback participou da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
Concepção criativa da experiência
A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Como parte do desenvolvimento do projeto, participamos de uma imersão na Disney, buscando ampliar o repertório sobre experiências de entretenimento, narrativa e interação com o público. A visita permitiu observar diferentes formas de construir jornadas, atmosferas e momentos de descoberta, reunindo referências que contribuíram para as discussões e decisões ao longo do projeto.
Concepção criativa da experiência
Projetos técnicos e implantação
Viagem pra disney
Narrativa e direção criativa
A Feedback participou da construção da lógica narrativa das experiências, considerando simultaneamente história, espaço, imagem, som, luz, movimento, efeitos e interação. Cada elemento poderia desencadear o próximo acontecimento — uma fala poderia acionar uma mudança de iluminação, um movimento físico, a abertura de uma porta ou a preparação de outro ambiente. Essa lógica conecta diferentes atrações e transforma ambientes independentes em uma única experiência.
Detalhamos todas as especificações necessárias para a execução da obra física elétrica, gesso, estruturas e acústica e acompanhamos cada etapa da implementação das salas imersivas.
A Feedback desenvolveu conteúdos audiovisuais em diferentes linguagens, incluindo produção cinematográfica, direção e produção audiovisual, conteúdos para superfícies e ambientes imersivos, projeções mapeadas, composição e pós-produção e conteúdos digitais integrados à cenografia. Os conteúdos foram concebidos considerando a arquitetura e a experiência física, levando em conta onde o visitante estaria, para onde estaria olhando e o que aconteceria ao seu redor em cada momento.
Produção audiovisual
O projeto envolveu a criação de ambientes digitais, modelagem 3D, personagens, animações, direção de câmeras virtuais, renderização e integração entre elementos reais e digitais. Também foram utilizados processos de motion capture para a animação de personagens. Cada cenário, personagem e movimento foi desenvolvido com uma função narrativa, e não apenas como recurso visual.
Produção 3D, personagens e animação
A Feedback trabalhou na concepção e implantação de experiências em que o próprio ambiente passa a funcionar como mídia. Foram considerados a geometria das salas, superfícies de projeção, posicionamento do público, campo visual, quantidade e posicionamento de projetores, resolução, composição das imagens, continuidade visual e sincronização entre diferentes sinais e superfícies. Assim, projeção, arquitetura e cenografia passam a fazer parte de uma mesma composição.
Experiências imersivas e projeção mapeada
O áudio foi tratado como uma camada narrativa e espacial da experiência, considerando a distribuição do som, o posicionamento do visitante e os acontecimentos de cada cena. Além de trilhas e diálogos, o áudio contribui para criar direção, localização, dimensão, atmosfera, expectativa e impacto, trabalhando de forma sincronizada com imagem, iluminação e acontecimentos físicos.
Áudio espacial
A iluminação foi integrada à narrativa e aos acontecimentos de cada experiência. Mudanças de cor, intensidade e comportamento podem acompanhar ou ser acionadas por diferentes momentos do show através de sistemas que permitem integrar iluminação e outros elementos à mesma lógica operacional da experiência.
Iluminação cênica
Além de telas e sistemas de áudio, foram integrados recursos físicos e atmosféricos capazes de ampliar a percepção do visitante e fazer com que acontecimentos digitais tenham consequências no espaço real. Conteúdo audiovisual, iluminação, cenografia, efeitos volumétricos e outros efeitos físicos trabalham juntos para aproximar aquilo que acontece na narrativa do que acontece ao redor do visitante.
Efeitos físicos e atmosféricos
Elementos mecatrônicos e mecanismos físicos foram integrados à mesma linha temporal e narrativa dos conteúdos audiovisuais, iluminação, áudio e efeitos. Dessa forma, uma ação iniciada digitalmente pode produzir uma resposta física dentro do ambiente, conectando diferentes sistemas em uma mesma experiência.
Hologramas e elementos físicos automatizados
O Mundo a Vapor precisa operar diferentes experiências simultaneamente, com grupos de aproximadamente 40 pessoas em diferentes pontos da jornada. Por isso, cada sala possui estados operacionais como stand-by, preparação, show, transição e liberação, permitindo que tudo aconteça de forma contínua e coordenada.
Para gerenciar essa dinâmica, a equipe desenvolveu um sistema proprietário que conecta as diferentes tecnologias do parque. Audiovisual, projeções, áudio, iluminação, automações, elementos mecatrônicos e efeitos físicos podem ser coordenados dentro de uma mesma lógica, fazendo com que a própria narrativa ou as ações da operação funcionem como gatilhos para transformar a experiência.
Automação das salas e Software
A arquitetura desenvolvida permite que diferentes ambientes funcionem simultaneamente, com grupos em momentos distintos da experiência. Enquanto um grupo está em uma sala, outro pode estar entrando em uma experiência anterior e outro avançando para a próxima. O sistema administra essas situações sem quebrar a narrativa e sem exigir o controle individual de dezenas de equipamentos, em uma operação projetada para aproximadamente 2000 visitantes por dia. O objetivo é garantir uma experiência que funcione continuamente, de maneira previsível e operacionalmente confiável.
Operação simultânea
A inauguração do novo Mundo a Vapor foi concebida como uma experiência integrada, reunindo projeção, áudio, iluminação e efeitos especiais em uma mesma apresentação. A Feedback participou da produção e coordenação técnica do evento, estruturando os conteúdos e sincronizando diferentes elementos para que cada acontecimento estivesse conectado ao momento certo da narrativa. A trilha sonora, as projeções e os efeitos pirotécnicos foram planejados dentro de uma mesma linha temporal, transformando a inauguração em uma extensão da experiência construída para o parque
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A Feedback participou da concepção da experiência do novo Mundo a Vapor, pensando em como o visitante circularia pelo espaço, como os ambientes se conectariam e como narrativa, arquitetura, cenografia, audiovisual e tecnologia trabalhariam juntos. O projeto foi pensado como uma jornada narrativa, considerando storytelling espacial, ritmo, progressão, momentos de descoberta, pré-shows e transições. A tecnologia deveria estar presente sem se tornar protagonista: para o visitante, ela deveria desaparecer e dar lugar à história e à experiência.
Vamos criar uma atração que seu público não vai esquecer?
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